Rodovias gaúchas seguem sem previsão de instalação de pardais

Segundo o Daer, o atraso não interfere na Operação Verão, já que as rodovias são controladas por radares móveis.

A operação começa no próximo dia 12 e vai até março do ano que vem.

Quatro meses após o desligamento dos pardais, não há previsão de retorno dos equipamentos Após quatro meses do desligamento dos pardais nas estradas do Rio Grande do Sul, ainda não há uma previsão para a implantação dos novos equipamentos.

Em nota, o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) informou que aguarda uma definição da justiça para dar andamento à contratação.

A assinatura de documentos com a empresa vencedora leva em torno de 90 dias após a chegada do processo na autarquia. A licitação para a implantação dos pardais teve dois pregões: um deles aguarda definição do Daer sobre a data em que será feita a assinatura do contrato.

A partir daí, a empresa vencedora terá 60 dias para colocar os equipamentos que irão monitorar 68 faixas de tráfego em sete rodovias.

O contrato também prevê a instalação de 16 câmeras de monitoramento e 16 leitores automático de placas.

Confira os locais: RS-030, entre Osório e Tramandaí; na RS-040, entre Viamão e Pinhal; na RS-122, entre Portão e Caxias do Sul; na RS-239, entre Novo Hamburgo e Rolante; na RS-240, entre São Leopoldo e Montenegro; na RS-389, entre Osório e Torres na RS-453, entre Venâncio Aires e Tainhas Segundo Daer, falta dos pardais não deve atrapalhar Operação Verão Reprodução/RBS TV A segunda licitação está suspensa pois uma das empresas concorrentes, que foi inabilitada por problemas na documentação, recorreu no Tribunal de Justiça.

Quando for definido, o vencedor vai monitorar 25 faixas em outras sete estradas.

Também estão previstas nove câmeras de monitoramento e nove leitores de placas.

Confira as estradas: Na RS-135,entre Passo Fundo e Erechim; na RS-324, entre Passo Fundo e Nova Prata; na RS-342, entre Ijuí e Cruz Alta; na RS-153, entre Passo Fundo e Tio Hugo; na RSC-287, entre Montenegro e Santa Maria; na RSC-470, entre Nova Prata e Bento Gonçalves; na RS-122, entre São Vendelino e Farroupilha.

Uma análise preliminar mostra aumento no número de acidentes com lesões corporais de agosto a novembro, na comparação com julho, último mês em que as rodovias tiveram pardais em funcionamento.

Já o número de mortes caiu em comparação com o mesmo período do ano anterior. O chefe de operações do comando rodoviário da Brigada Militar, Major Hélcio Gaira, diz que o policiamento foi reforçado assim que os pardais deixaram de funcionar.

“Aplicando o policiamento ostensivo junto com todas as nossas tecnologias, que é o radar móvel, o nosso monóclo, e também o nosso etilômetro, que é o popular bafômetro”, diz.

A Polícia Rodoviária Estadual monitora 11 mil quilômetros de estradas sem a ajuda dos pardais.

Brigada Militar diz que policiamento foi reforçado quando pardais deixaram de funcionar Reprodução/RBS TV
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